ACADEMIA TEIXEIRENSE DE LETRAS – CÁSSIA OZ


Recebendo Prêmio Castro Alves de Literatura

Maria de Cássia Pereira Sousa Dias ou, simplesmente, Cássia Oz.

Ela ocupa a Cadeira 28 da Academia Teixeirense de Letras (ATL), cujo patrono é o saudoso José Henrique dos Reis.

Natural de Itanhém – especificamente do distrito de Batinga, na divisa entre Bahia e Minas –, Cássia Oz e seus familiares vivem em Teixeira de Freitas/BA há muitos anos. Aqui, além de esposa e mãe, ela atua como educadora e poeta.
"Via Vida", de Cássia Oz
Seu livro de estreia – “Via Vida” – acaba de sair pela Câmara Brasileira de Jovens Escritores (CBJ), do Rio de Janeiro. A obra reúne cerca de 80 poemas que a acadêmica produziu nos últimos anos. Ela marcou presença também no volume II da antologia “ATL em Verso e Prosa!”, de 2017.

Há um bom tempo, contudo, poemas de sua autoria vêm sendo publicados na internet, como no portal teixeirense “Tirabanha” e nas redes sociais, como na página pessoal da poeta no “Facebook”.

Os poemas da confreira “Sou Frida” e “Ausência” figuram entre os vencedores do Prêmio Castro Alves de Literatura, versão interna, edições 2017 e 2018, respectivamente.  Realizado pela ATL, o concurso literário premia tanto os membros (versão interna) quanto o público em geral (versão externa).

A frase “Viver é estar posto diante de fronteiras” expressa um pouco da estupefação que Cássia Oz sente diante do mundo e da vida:

“Do muito que te quero
Não me sobra outro querer

Do muito que te lembro
Não me sobra outro lembrar

Tenho-te tão aninhado
Tão diluído e dento
Que pouco me sobra de mim.
Eu em ti, um não lugar”

[In: Via Vida, poema “Não lugar”]

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