And Oscars goes to... 2017 - Tom Matias




Olá amigos leitores, cinéfilos e curiosos... Minha resenha de hoje vai para aquele dia, o momento mais esperado para atores, diretores, cineastas e fans histéricos (AHHHHHHH): OSCAR 2017. Repleto de surpresas, enganos e muita polêmica, vou resumir rapidinho o que rolou por lá...


Batendo recorde de indicações, o filme La La Land saiu da premiação com 6 estatuetas (Melhor diretor, melhor atriz, melhor trilha sonora, melhor canção original, melhor direção de arte e melhor fotografia). Estrelado por Ryan Gosling, Emma Stone, John Legend e Rosemarie DeWitt, segue a história de um pianista de jazz e uma aspirante a atriz, que se conhecem e se apaixonam em Los Angeles. O título é uma referência à cidade na qual o filme é ambientado e ao termo lalaland, que significa estar fora da realidade.




A grande surpresa da noite certamente foi com Moonlight, o filme de temática LGBT protagonizado por atores negros levou três estatuetas, incluindo a de melhor filme (\o/), sendo que este fora anunciado para LaLaLand e corrigido logo depois (#Micao). Baseado na peça inédita In Moonlight Black Boys Look Blue de McCraney. A produção é estrelada por: Trevante Rhodes, André Holland, Janelle Monáe, Ashton Sanders, Jharrel Jerome, Naomie Harris e Mahershala Ali. O filme apresenta três etapas na vida de Chiron, o personagem principal, explorando as dificuldades que ele enfrenta no processo de reconhecimento de sua própria identidade e sexualidade, e o abuso físico e emocional que recebe ao longo destas transformações.




Manchester by the Sea levou às estatuetas de melhor ator e melhor roteiro.  A produção é estrelada por Casey Affleck, Michelle Williams, Kyle Chandler, Gretchen Mol e Lucas Hedges. A história se passa no Condado de Essex e é sobre um homem, que cuida de seu sobrinho adolescente, após a morte do pai do garoto.







Hacksaw Ridge também levou duas estatuetas, melhor mixagem e melhor edição. É um filme de drama biográfico estadunidense, de 2016, dirigido por Mel Gibson e escrito por Andrew Knight e Robert Schenkkan. Narra a trajetória real do soldado adventista Desmond Doss durante a Segunda Guerra Mundial, interpretado por Andrew Garfield.







Fences levou a estatueta de melhor atriz coadjuvante (#ViolaDavisDiva).





Zootopia levou a de melhor animação. O filme conta a história de Judy Hopps, uma coelha com o sonho de se tornar policial na cidade de Zootopia, e da raposa esperta Nick Wilde, que ganha a vida na base da trapaça. Juntos terão de superar suas diferenças, para desvendar um caso relevante em Zootopia.






Forushande foi o melhor filme estrangeiro, segundo a academia. 







O.J.: Made in America foi o melhor documentário em longa metragem. O documentário narra a história do ex-jogador de futebol americano O.J. Simpson e seu caso. Ele foi acusado de assassinar sua ex-mulher Nicole Brown Simpson e Ronald Goldman em junho de 1994.




The White Helmets levou de melhor documentário em curta metragem. Segue a história de um grupo de voluntários conhecido como: "os capacetes brancos", que protegem Sírios da Guerra Civil Síria.






Mindenki levou a estatueta de melhor curta metragem. Ambientado em 1991, segue a história de uma menina, que se muda para uma nova escola primária e logo se torna membro do coro premiado da instituição.
Piper levou o Oscar de melhor animação, em curta metragem. 






Arrival levou a de melhor edição de som. É um filme de ficção científica estadunidense de 2016, dirigido por Denis Villeneuve e escrito por Eric Heisserer, baseado no conto Story of Your Life (1999), de Ted Chiang.






Esquadrão Suicida levou o prêmio de melhor cabelo e maquiagem (sendo ferozmente criticado, pelo publico, por não concordar com o prêmio. PS: eu gostei, então, sou suspeito a falar). Uma agência secreta do governo liderada por Amanda Waller, recruta supervilões para executar perigosas missões e salvar o mundo de uma ameaça poderosa, em troca de penas menores e regalias.


Animais Fantásticos e onde Habitam levou o Oscar de melhor figurino. A história se passa na cidade de Nova Iorque em 1926, aproximadamente 70 anos antes da jornada de Harry Potter. O autor do livro de estudos obrigatório da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, que dá título ao filme, Newt Scamander desenvolveu um interesse em animais fabulosos desde pequeno, com o incentivo da Sra. Scamander (essa uma criadora entusiástica de hipogrifos de luxo), e ele, aos sete anos de idade, passava horas desmembrando toletes no seu quarto - e suas descobertas das criaturas extraordinárias.



The Jungle Book levou a estatueta de melhores efeitos visuais. Uma aventura épica inédita sobre Mogli (novato Neel Sethi), um menino criado por uma família de lobos, que não é mais bem vindo, quando o temido tigre Shere Khan, que carrega cicatrizes causadas por um humano, promete eliminá-lo, pois o considera uma ameaça.



CURIOSIDADES
  • Nos dois anos anteriores, as premiações foram criticadas pela falta de diversidade racial, entre os indicados, para as principais categorias. Depois, que os indicados foram anunciados em 24 de janeiro, vários meios de comunicação destacaram a diversidade de nomeações, como um número recorde de sete atores minoritários e um recorde de seis artistas negros. Pela primeira vez na história da Academia, cada categoria atuante tinha atores negros, com três indicados na categoria, Melhor Atriz Coadjuvante e três roteiristas negros, indicados na categoria Melhor Roteiro Adaptado. Também foi indicado um diretor negro, o quarto na história do Oscar.
  • Como uma homenagem ao 50.º aniversário do filme Bonnie and Clyde, a dupla de atores protagonistas Warren Beatty e Faye Dunaway foram convidados a apresentar a categoria de Melhor Filme. Depois de abrir o envelope, Beatty hesitou em anunciar o vencedor, eventualmente mostrando a Dunaway, que olhou e declarou La La Land o vencedor. Em seguida, a orquestra do teatro começou a tocar uma das músicas instrumentais do filme, e os produtores, acompanhados, pelo diretor e os atores do filme subiram ao palco, para recolher a estatueta. Enquanto o produtor Jordan Horowitz fazia seu discurso de vitória, um dos assistentes irrompeu no palco e informou a equipe de La La Land e o próprio Warren Beatty, que havia ocorrido um erro e os envelopes se misturaram. Um dos produtores de La La Land, Fred Berger, tendo ouvido a notícia, concluiu seu breve discurso de agradecimento dizendo "perdemos, a propósito...", e Horowitz foi ao microfone anunciar que o verdadeiro vencedor era Moonlight. Horowitz apresentou o cartão correto para a câmera como prova, e Jimmy Kimmel confirmou verbalmente. Beatty explicou, que o cartão que tinha sido dado a ele, foi o que estava com o nome de Emma Stone, que tinha recebido logo antes o Oscar de melhor atriz, por La La Land, daí sua confusão. Horowitz e a equipe de La La Land abandonaram o palco para a produção de Moonlight recolher o prêmio.


  • O cineasta iraniano Asghar Farhadi representando o Irão, país vencedor na categoria de Melhor Filme Estrangeiro por Forushande, não compareceu à cerimônia devido ao veto de imigração realizado pelo presidente Donald Trump contra os muçulmanos. Ele boicotou o evento dizendo: "Eu decidi não participar da cerimônia de premiação da Academia ao lado de meus colegas membros da comunidade cinematográfica". O ministro das Relações Exteriores iraniano, Mohammad Javad Zarif, escreveu em seu perfil oficial, no Twitter: "Estamos orgulhosos dos atores e da equipe de Forushande pelo Oscar e por sua posição contra o veto aos muçulmanos". A presidente da Academia Cheryl Boone Isaacs reagiu à proibição de viajar, dizendo: "A América nunca deve ser uma barreira, mas um farol e cada um de nós sabemos que há algumas cadeiras vazias nesta sala que fez artistas da academia se tornarem ativistas". Em representação de Farhadi, compareceram ao Teatro Dolby de Los Angeles, dois proeminentes cidadãos americanos de origem iraniana, Firouz Naderi, ex-diretor da Solar Systems Exploration na NASA e a engenheira Anousheh Ansari, conhecida por ser a primeira mulher turista a visitar o espaço, que leu um discurso escrito pelo cineasta.
  "Minha ausência é por respeito ao povo de meu país e das outras seis nações que foram ofendidas pela lei desumana que proíbe a entrada de imigrantes nos EUA."
                    — Ansari lendo o discurso, durante a cerimônia, escrito por Farhadi.

  •   Durante a apresentação do "In Memoriam", o slide da figurinista australiana, Janet Patterson, falecida, usou erroneamente uma fotografia da produtora australiana Jan Chapman, que está viva. Dois dias depois, a Academia pediu formalmente desculpas à família Patterson, assim como à produtora Jan Chapman pelo sucedido. Chapman e Patterson tinham trabalhado juntas no filme O Piano. Entretanto a Academia corrigiu o erro na apresentação do segmento, na página oficial.

Agora e só esperar esses incríveis filmes a serem lançados em 2017, vamos ao cinema?

\o/

Tom Matias



2 comentários:

  1. Oi Paty, Oscar sempre é uma festa linda! Mas foi um #micão mesmo a confusão da premiação, igual aquela vez no "Miss". Mas faz parte e só mostra que ninguém é perfeito.
    Mais da metade destes filmes eu não conhecia. Mas tem alguns ali que quero muito assistir, "Animais fantásticos" é um exemplo.
    Bjos miga, estarei sempre por aqui conferindo as novidades.

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  2. Falou divamente Vivi. Isso é bom para mostrar, que até aqueles que vivem no topo da mídia, são seres humanos, erros acontecem o tempo todo, com qualquer um.
    Amei sua visitinha.
    também estou acompanhando seu blog.
    Beijão

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