Harry Potter - Pedra Filosofal Filme



“LUMUS! Juro solenemente que não vou fazer nada de bom!”

Olá queridos bruxos e trouxas (no sentido desta literatura), tudo bão com vocês? Minhas palavras hoje vão para uma saga que, na minha humilde opinião, é a melhor que existe neste mundão. Prontos? Então estiquem sua mão direita sobre sua vassoura e diga: SUBA!


No dia 26 de junho de 1997, era lançado o primeiro romance da série escrita por J.K Rowling. Harry Potter e a Pedra Filosofal foi um sucesso entre as crianças e adultos de todo o mundo, a história do pequeno bruxo órfão de 11 anos comoveu e despertou grande interesse de muita gente fazendo a série ser uma das mais rentáveis te todos os tempos. 

Quatro anos depois, era lançado o primeiro longa baseado no romance, Harry Potter e a Pedra Filosofal estreou nas telinhas brasileiras no dia 23 de novembro de 2001. Dirigido por Chirs Columbus e distribuído pela Warner, A Pedra Filosofal foi bem aceito pelas críticas, pelos fãs e principalmente, por J.K Rowling. Estrelando os fofoletes Daniel Radcliffe (Harry Potter), Emma Watson (Hermione Granger) e Rupert Grint (Rony Weasley), essa primeira adaptação levou os fãs a loucura por ser bastante fiel a obra literária.  

Nos primeiros minutos vemos duas pessoas vestidas estranhamente conversando sobre algum acontecimento, enquanto um grande ser barbudo chega em uma moto voadora (hã?) carregando um pequeno  embrulho junto ao peito. Sim, aquele pequeno embrulho é o nosso heroizinho, que daquele momento até o seu 11º aniversário não sabia o quão grande era o seu nome em um outro mundo. Dez anos e alguns meses depois lá está ele sob o armário embaixo da escada, o menino magricela, desarrumado e de óculos remendados vivendo na casa dos tios trouxas (nos dois sentidos). Mal sabia ele que em alguns dias seu futuro mudaria completamente. 


Poucos dias antes do seu 11º aniversário, Harry recebe sua primeira carta de Hogwarts, sendo este motivo de grande preocupação para seus tios que a destroem, porém, contudo, entretanto, toda vida, estamos falando de magia né? Centenas de cartas vão aparecendo para Harry, na versão estendida do longa mostra cartas até dentro dos ovos que a tia Petúnia usa para cozinhar. Corujas por todos os lugares, cartas e mais cartas e nada do pobre Harry conseguir ler uma até que em um belo dia a artilharia é intensa, milhares de cartas invadem a residência dos Dusley fazendo com que tio Valter leve a família para um lugar bastante isolado. 

Em uma triste cena do Harry desenhando seu bolo de aniversário sob o pó do chão, eis que aparece nosso meio-gigante favorito: Rúbeo Hagrid chega para resgatar Harry e lhe conta quem realmente ele é, o que aconteceu com seus pais e para onde ele deve ir. Finalmente ali Harry lê a carta e descobre que é um bruxo.

Em seu primeiro ano em Hogwarts, Harry conhece Rony Weasley e Hermione Granger, aqueles que seriam seus parceiros durante toda a saga. Ali ele começa a aprender sobre magia, sobre seus pais, aprende a voar em uma vassoura e ganha uma Nimbus 2000, tipo, a vassoura das vassouras para sua primeira partida de quadribol. Ganha uma capa de invisibilidade no natal (*-*) e claro, aproxima tanto companheiros de sua casa Grifinória e os mais sociáveis Lufa-Lufa e Corvinal, tanto quanto as desavenças dos alunos de Sonserina, com foco em Draco Malfoy, o rival de Harry durante sua estadia em na escola. 


 Os desafios para o bruxinho calouro não são poucos: entrar para o time de quadribol ainda no primeiro ano, percorrer a floresta negra de castigo, enfrentar um trasgo montanhês adulto no banheiro feminino durante o halloween e conseguir a pedra filosofal depois de passar por um cão de três cabeças (adoro o Fofo), visgos do diabo (santa Hermione que presta atenção nas aulas de herbologia), enfrentar mini chaves voadoras para conseguir a chave mestre voando em uma vassoura (tipo, ele é o apanhador do time né...), uma partida de xadrez pra lá de destruidora (sim, Rony tem seu momento de Cavalo :D)


e enfrentar o professor Snape Quirrel que no final se revela ser o bonequinho de Lord Voldemort, opa, Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado, o grande vilão da saga.

Por fim, Harry termina o ano como o grande herói (novamente) em uma bela cena do Campeonato das Casas onde, hahahahaha, o gracinha do diretor Dumby descola uns postinhos extras pra Grifinória a tornando a campeã da Taça das Casas. Harry embarca novamente para a casa dos trouxas tios para um verão que seria loooongo...


Apesar de ser um grande fã dessa saga, não conheci Harry através da Pedra Filosofal, ele já estava no seu 3º ano quando me encantei por seu mundo, mas claro, já li e assistir A Pedra Filosofal “n” vezes. É uma adaptação gostosa, sincera e inocente, conforme a idade do nosso heroizinho. Alguns anos após seu lançamento a Warner ainda nos presenteia com uma versão estendida de mais de duas horas de filme e uma remasterizarão 3D, e é incrível! A novidade de um pequeno bruxo, míope e órfão comoveu muitas crianças e claro, adolescentes e adultos, que cresceram juntos com Harry no decorrer dessa saga. Chris Columbus conseguir maravilhosamente bem converter o livro em um longa, claro, sempre com o auxílio de J.K. Rowling, a mãe dessa incrível saga, sem perder a essência da história.






O Bau das Curiosidades:

·         Originalmente, a Warner Bros. pensou em duas possibilidades para lançar a saga Harry Potter nos cinemas: como filmes animados ou juntando diversos livros em um único longa. J.K. Rowling, porém, disse, NO AND NO AND NO para tudo e só aceitou vender os direitos se tudo fosse feito da forma que acabou acontecendo.

·         Os produtores tentaram manter a aparência dos personagens o mais fiel possível ao livro, e isso valeu também para os protagonistas. Harry Potter deveria ter olhos verdes, então Daniel Radcliffe as testou; Hermione, que no livro é descrita como alguém com dentes um pouco protuberantes, usou uma prótese para gerar esse efeito. Mas em nenhum caso funcionou bem: Daniel teve uma forte reação alérgica às lentes e Emma não conseguiu falar com fluidez usando o equipamento. No fim, tudo foi abolido.

·         A plataforma 9 3/4 na estação de King’s Cross , que leva os alunos direto ao trem de Hogwarts foi colocada, na real, entre as plataformas 9 e 10. Em homenagem à trama e aos fãs de HP, a equipe do lugar colocou uma plaquinha e até uma mala “atravessando a parede” no lugar onde a passagem deveria estar de verdade.

·         Aconteceu uma grande manifestação popular em Gloucester na Inglaterra quando foi anunciado que a Catedral local seria usada para algumas cenas de Hogwarts. Protestos foram escritos para todos os jornais locais, alegando que era uma blasfêmia e prometeram impedir o acesso da equipe do filme. No final, apenas um protestante apareceu, vestido de queijo suiço. As filmagens ocorreram sem maiores problemas.

·         O filme é conhecido como “Harry Potter e a Pedra Filosofal” em todo o mundo menos nos Estados Unidos, que é conhecido como “Harry Potter e a Pedra Feiticeira”. Portanto toda cena em que a pedra filosofal era mencionada foi filmada duas vezes, uma vez como “philosopher” e outra como “sorcerer”.

·         Richard Harris só aceitou o papel de Albus Dumbledore depois que sua neta de onze anos de idade ameaçou nunca mais falar com ele e desligando o telefone na sua cara antes mesmo que ele pudesse responder.

·         A autora J. K. Rowling insistiu que todo elenco fosse britânico. Porém existe uma pequena exceção. Verne Troyer nasceu em Michigan nos Estados Unidos e faz o papel de Griphook, o segundo Goblin no Banco de Gringots.
·         Em um dado momento, quando Harry, Ron e Hermione estão indo encontrar Hagrid e ele está tocando flauta, a música que ele está tocando é a trilha sonora de Harry Potter.

·         O cargo de diretor foi oferecido a Steven Spielberg, mas depois recusado. Ele teve desavenças com a escritora J. K. Rowling quanto ao elenco inteiramente inglês. Ele queria que Haley Joey Osment fizesse o papel de Harry Potter.

·         Duas corujas foram utilizadas para fazer Hedwig: Gizmo e Sprout.

·         O Cão Gigante de Três Cabeças foi inspirado em Cérbero, um cão mitológico grego que guardava a entrada do Hades, o reino dos mortos. Outras criaturas mitológicas gregas inspiraram a autora de Harry Potter, como a Fênix, o centauro, o unicórnio e as sereias.

·         O Vaticano desaconselhou a leitura de Harry Potter. As histórias do bruxinho também foram duramente criticadas por grupos evangélicos norte-americanos e brasileiros. Ainda hoje há pessoas que proíbem os filhos de lerem Harry Potter com justificativas como a de que “não é coisa de Deus”.




Até a próxima.... Malfeito feito, nox!


Tom Matias

 

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