Deixei Você Ir - Clare Mackintosh


ISBN-13: 9788551001752
ISBN-10: 8551001752
Ano: 2017 / Páginas: 368
Idioma: português
Editora: Intrínseca
Sinopse:

Quando Jacob morre atropelado em uma rua de Bristol, Inglaterra, depois de ter soltado a mão da mãe em um dia chuvoso, o motorista do carro que o atinge acelera e foge. Desvendar sua morte vira um caso para o detetive Ray Stevens e seus colegas, Kate e Stumpy. Determinado a encontrar o assassino, Ray se vê consumido a ponto de colocar tanto a vida profissional quanto a pessoal em jogo. Jenna, assombrada pela morte do menino, abandona tudo e se muda para uma pequena cidade costeira do País de Gales. Ela passa os dias em seu chalé tentando esquecer as lembranças do terrível acidente e aos poucos começa a ter algo parecido com uma vida normal e vislumbrar a felicidade em seu futuro. Mas o passado vai alcançá-la, e as consequências serão devastadoras. De vários pontos de vista, a ex-detetive Mackintosh faz um retrato preciso de uma investigação policial. Com sua excelente habilidade de escrita, consegue criar personagens memoráveis e uma análise arrebatadora das excentricidades da vida em uma cidade pequena. Mas o verdadeiro talento da autora é a maneira como ela incorpora reviravoltas em uma trama já complexa. Mesclando suspense, investigação policial e thriller psicológico, Clare Mackintosh disseca a mente de seus personagens enquanto tece inesperadas conexões entre eles.


Sobre a autora:
Clare Mackintosh trabalhou doze anos na polícia, incluindo um período no Departamento de Investigação Criminal. Em 2011, abandonou a polícia para ser jornalista freelancer, escrevendo para publicações como o jornal The Guardian. Criadora do festival literário de Chipping Norton, atualmente ela se dedica em tempo integral à carreira de escritora e vive em Cotswolds, na Inglaterra, com o marido e seus três filhos. Deixei Você ir é seu livro de estreia.

Resenha:
Um atropelamento deixa uma vítima fatal, um menino de cinco anos. O motorista não para para prestar socorro, pelo contrário, foge do local do acidente e a polícia não tem suspeitos. Essa situação e a repercussão desse caso deixa os investigadores do caso, Ray e Kate, frustrados.

Um ano depois, o caso é reaberto e surge uma pista. O possível motorista é finalmente descoberto. Porém, o que parece ser somente um caso de atropelamento seguido de morte, acaba revelando-se um caso muito mais complexo.

Jenny, a dona do carro, está disposta a se entregar depois de um ano fugindo e deseja muito ser presa. Mas os detetives irão descobrir que sua fuga nunca esteve relacionada com a culpa que sente. Ela está fugindo sim, mas da vida que levava antes. Está fugindo do sofrimento, da dor e da violência constante. E quando esse passado retorna, a prisão é a única forma que encontra para ficar viva.

Assumir a autoria pela morte de uma criança de cinco anos, para a maioria das pessoas, poderia ser algo extremamente difícil. Mas para Jenny, esta pode ser a única forma de ser livre.


                                                                                                                   By:
Cristina Daitx
Resenhista Literária e Letrróloga


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ACADEMIA TEIXEIRENSE DE LETRAS – EDLA ALMEIDA

Edla recebe Comenda Benfeitor Cultural
Edla Almeida é titular da Cadeira 25 da Academia Teixeirense de Letras (ATL), da qual é patronesse a saudosa Mônica Dallapicola.

Ela é graduada em Letras e pós-graduada em História da Cultura Afro-Brasileira com estudos realizados na África. É também leitora assídua do Arquivo Nacional da Torre do Tombo de Lisboa, em Portugal.
Edla realizando ação social na África
Edla atua como voluntária social em Moçambique, na África, onde presta seus serviços evangélicos e sociais como missionária.

Sobre a confreira o presidente da ATL, Almir Zarfeg, escreveu: “Trata-se de uma dessas pessoas que nasceram para servir. É solidária, amiga, companheira e, sobretudo, uma mulher de fé. Ela foi sempre apaixonada pelo continente africano. Costuma dizer que o Brasil, seu país amado, tem uma grande dívida com a África. Como brasileira, sente-se na obrigação de voluntária e carinhosamente servir aquela nação”.

Por isso mesmo, Edla resolveu organizar o livro “A mandioca e as delícias brasileiras”, com valiosas informações sobre a raiz que, se bem aproveitada, será de grande fonte de renda para os moçambicanos. Poemas de sua autoria foram publicados na antologia “ATL em Verso e Prosa!”, volumes 1 e 2.
Edla é autora de um livro sobre culinária
Como professora, ela deixou marcas indeléveis na educação do município de Prado/BA, especialmente no distrito de Guarani, onde lecionou por mais de 30 anos. Em retribuição, foi homenageada com a Escola Municipal Edla Almeida.

A confreira brilhou também na política na sua terra natal, destacando-se como a primeira mulher a presidir por dois mandatos o Legislativo pradense. Presidiu, inclusive, os trabalhos da Lei Orgânica do município, legislando com o povo e para o povo.

Ela se define como alguém a quem o tempo muito ensinou – ensinou a amar a vida e não desistir da luta.

Em 2017, durante evento solene da ATL, Edla recebeu a Comenda Benfeitor Cultural da Humanidade, concedida pela Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes (FEBACLA).

No momento, a acadêmica reúne os poemas produzidos ao longo da vida num livro que será publicado em breve.

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A Marquesa - Nahra Mestre

Damas Perfeitas # 1
ISBN: B07C9ZFNF6
Ano: 2018 / Páginas: 170
Idioma: português
Editora: The Books
Sinopse:
Nos palcos da aristocracia inglesa do século XIX, Sarah Granville Anson descobre, ainda muito jovem, que foi prometida para o primo Thomas Hervey, futuro marquês de Bristol.
Enquanto ela se prepara para ser a esposa perfeita, Thomas torna-se cada vez mais contrário a qualquer tipo de sentimento.
Uma dama apaixonada, que faz de tudo para conquistar o amor do futuro marido, ainda que com artifícios inapropriados para a sociedade conservadora em que vive. Um cavalheiro marcado pelo passado, avesso ao amor, mas que se vê envolvido pelos encantos de Sarah a cada dia.
Quando Thomas se der conta de que ela é o amor de sua vida, pode ser tarde demais.
Um romance de época, que retrata uma mulher à frente de seu tempo e que levará o leitor (a) a uma deliciosa viagem pela Era Vitoriana.

Você irá se apaixonar.

Sobre a autora:
A mineira Nahra Mestre escreveu seu primeiro livro em 2015. Amante das artes, do design e da arquitetura, inquieta e curiosa, a aquariana descreve o cotidiano através da observação das pessoas, suas ações e emoções do dia a dia.

A fluidez do texto, a simplicidade com que constrói as tramas e a sensualidade que permeia suas histórias cativam e evolvem seus leitores.

Resenha:

Um acordo nupcial é formalizado no intuito de trazer benefícios a duas famílias. Sarah, com apenas 13 anos, é prometida ao seu primo Thomas. Sua apreensão com o casamento se desfaz quando ela o vê pela primeira vez e se apaixona. 

Ela usa os quatro anos que terá até a realização do casamento para tornar-se a esposa perfeita para ele. Mas este processo só acentua ainda mais sua personalidade. Ela torna-se uma mulher forte, a frente de seu tempo, inteligente e apaixonada por política.

Todas essas características são motivo de admiração entre os homens que conhece e que a cobiçam. Mas não para Thomas, que já decidiu que não quer se entregar ao amor, pois um segredo de família e a relação conturbada de seus pais o tornaram frio e sem sentimentos.

Mas o que Thomas não esperava era que Sarah o fizesse rever suas convicções sobre o amor e o casamento. E isso o faz entrar em um conflito pessoal, pois não consegue resistir aos encantos e a inteligência de sua linda esposa. E quando ele não tem mais dúvidas de seu amor, o segredo de suas famílias vem a tona, e isso põe em risco seu casamento. 

Thomas então, terá que mudar seu comportamento com todos a sua volta e provar a Sarah que é capaz de ser amável, gentil, carinhoso e justo. E principalmente, mostrar a ela que Sarah é seu verdadeiro amor.

A Marquesa é o primeiro livro da Série Damas Perfeitas. A autora Nahra Mestre, como já é típico dela, nos apresenta mais uma mulher forte, inteligente e extremamente apaixonante. O livro A Marquesa está disponível na Amazon, no formato digital, ou na The Books Editora, na versão física.

Cristina Daitx
Resenhista Literária e Letróloga


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ACADEMIA TEIXEIRENSE DE LETRAS – ARMANDO AZEVEDO

Armando recebendo premiação das mãos de Carlos Yeshua
Armando Azevedo é poeta popular natural de Itamaraju/BA e titular da Cadeira 15 da Academia Teixeirense de Letras (ATL), da qual é patrono o saudoso Almir Nobre de Almeida.

Sua ligação com a literatura de cordel remete às influências recebidas de sua mãe Dona Lezinha e, também, de grandes cantadores como Elomar, Xangai e Edgar Mão Branca. Na infância, Armando compôs os primeiros versos inspirados no dia a dia dos agricultores e na riqueza cultural dos tropeiros.

O gosto pelo cordel o levou ao GACBA, grupo de ação cultural baiano sediado na capital Salvador, em que conviveu com os poetas populares José Siquara, Bráulio de Abreu e tantos outros.

A dedicação à literatura de cordel levou Armando Azevedo, além da participação em recitais e eventos públicos, a publicar seus versos em antologias, como a “ATL em Verso e Prosa!”, e também o livro “Itamaraju e o Monte Pascoal”, de 2009, em que presta tributo à sua terra natal.
Armando homenageia Itamaraju, sua cidade natal, em cordel
Na ATL, ele representa os poetas populares de Itamaraju e da região, seja declamando seus versos ou participando dos certames literários promovidos pela instituição literocultural. Com o poema “Feira de Bom Jesus da Lapa”, por exemplo, ele ganhou o 1º lugar no Prêmio Castro Alves de Literatura 2018.

Mas Armando Azevedo consegue conciliar literatura e educação, destacando-se igualmente como educador, inclusive tendo fundado, juntamente com a professora Olga Sales, a Escola Fênix em Itamaraju.

Licenciado em Ciências Sociais e Matemática, com pós-graduação em Psicopedagogia, o confrade segue firme e forte fazendo diferença, como cidadão e artista, marcando posição antenado com os desafios do seu tempo.
O poeta popular e educador Armando Azevedo
Um doutorado honoris causa em literatura – concedido pelo Centro Samarthiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos, do Rio de Janeiro, no início de 2018 – homenageou o artista e educador pelo que ele tem feito em prol dos itamarajuenses e baianos.

Essa foi também foi mais uma conquista em reconhecimento à obra literária. E é com muito orgulho que eu compartilho esse com o povo itamarajuense e da nossa Bahia”, comemorou o confrade Armando Azevedo.

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ACADEMIA TEIXEIRENSE DE LETRAS - GISELE ELLEN

Os confrades Gisele Ellen e Almir Zarfeg
Gisele Ellen é advogada, escritora e condessa. Ocupa a Cadeira 23 da Academia Teixeirense de Letras (ATL), da qual é patrono Miguel Geraldo Farias Pires, o saudoso “Bidu”.

Ela é membro do Núcleo de Letras e Artes de Buenos Aires e, recentemente, foi empossada na Cadeira 27 da Academia Capixaba de Letras e Artes de Poetas Trovadores. Possui também um doutorado honoris causa em Direitos Humanos concedido pela Organização Mundial dos Defensores dos Direitos Humanos (OMDDH).

Gisele exibe diploma de membro do Núcleo de Letras e Artes de Buenos Aires
Autora do romance “O mundo de Emy e o mundo dos outros”, Gisele também marcou presença nos volumes I e II da antologia “ATL em verso e prosa!”. Ela promete livro novo para a 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece entre 03 e 12 de agosto deste ano.

Em Itabira/MG, em 2016, recebeu o troféu Carlos Drummond de Andrade. Em Vitória/ES, em 2017, foi homenageada com a comenda Amigos da Educação. Com o poema “Azul e Rosa”, recebeu uma menção honrosa no Prêmio Castro Alves de Literatura 2018.


Segue trecho do poema “Azul e Rosa”:

“Pensei que fosse fácil esquecer você.
Em outro rosto procurei meu ser. 
Mas meu coração não refletia a cor.
Por mais que mergulhasse,
Não encontrava o amor.

Azul para você em mim
Rosa para mim em você!

O azul e o rosa refletem nossa dor
Pois foram tatuados em nossa cor.
O amor está em nossa pele
Toda vez que a gente faz amor
Azul e rosa se misturam em oh!”

Para fechar o ano com chave de ouro, o escritório de advocacia do qual Gisele Ellen é sócia recebeu o Prêmio Mérito Empresarial 2017/2018, em pesquisa de opinião pública realizada pelo Instituto Fênix.

Seja como artista ou profissional liberal, a confreira Gisele Ellen segue conquistando seu espaço com competência, elegância e talento. Parabéns!

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Até que a Vida Nos Separe - Nahra Mestre


ISBN: B01K3ATIGS
Ano: 2016 / Páginas: 346
Idioma: português
Editora: Independente
Sinopse:
Cinco vidas...
Cinco mulheres...
Cinco amigas de infância que seguiram caminhos totalmente diferentes, caminhos que acabaram se cruzando e se entrelaçando após a abertura de um baú de lembranças...
Um baú onde depositaram suas metas, desejos, sonhos e o que queriam para o seus futuros.
Quinze anos depois, se reúnem para descobrir o que haviam guardado.
Apesar de estarem afastadas, no reencontro, além dos questionamentos que a abertura do baú acarreta, elas descobrem que tem que lidar com algo muito maior, algo que poderá mudar o futuro de todas...
Uma história de amor, amizade e superação.
Sobre a autora:
A mineira Nahra Mestre escreveu seu primeiro livro em 2015. Amante das artes, do design e da arquitetura, inquieta e curiosa, a aquariana descreve o cotidiano através da observação das pessoas, suas ações e emoções do dia a dia.

A fluidez do texto, a simplicidade com que constrói as tramas e a sensualidade que permeia suas histórias cativam e evolvem seus leitores.

Resenha:

 Cinco amigas de infância unidas por um pacto. Uma linda amizade que se perde ao longo do tempo. Seguindo suas vidas, com suas famílias e compromissos, elas acabam se afastado uma da outra. Mas ao completar 20 anos de amizade, elas reencontram e abrem a caixa que deixaram guardada por todos esses anos, e que contém os desenhos e objetivos de cada para o futuro. 

Esse momento traz a elas sofrimento e angústia, por tudo que um dia desejavam, mas que nunca se realizou. Porém, a emoção maior vem, quando elas descobrem que uma das amigas, Luana, está muito doente e tem pouco tempo de vida. 

E é essa doença, e o amor que as une, que as encoraja a mudar. A ir cada uma em busca dos sonhos não realizados, realizar as mudanças necessárias para a realização pessoal de cada uma, seja ela profissional ou pessoal. Com muita dor, e muito sofrimento, elas acompanham os momentos finais de Luana, até a sua morte. Mas ao mesmo tempo, elas renascem para a vida.

Um livro extremamente tocante. Nos fala de amor, de amizade, preconceito, e nos mostra que nunca é tarde para irmos em busca de nossos sonhos. Nos abranda o coração, nos faz pensar no próximo, nos faz querer abraçar um amigo, beijar um filho, dizer eu te amo. Pois o relógio da vida está em pleno funcionamento, e pode parar a qualquer momento. Para cada um de nós, este pode ser o último minuto.

                                                                                                                          BY:
Cristina Daitx
Resenhista Literária e Letrada


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Academia Teixeirense de Letras - MARIA LEÔNCIO

Maria Leôncio homenageada pela Câmara Municipal
Maria Raimunda de Macedo Leôncio – ou simplesmente Maria Leôncio – é titular da
Cadeira 30 da Academia Teixeirense de Letras (ATL), cujo patrono é o saudoso Edward
Leôncio.

Ela nasceu em Lençóis/BA, cidade localizada na Chapada Diamantina, em 31 de março de 1928 e se licenciou em História e Geografia pela Universidade Federal da Bahia no início dos anos 50 do século XX. Também se especializou em Orientação Educacional e Jornalismo pela mesma UFBA.

Casada com o jovem engenheiro Edward Leôncio em 1952, Maria Leôncio deu à luz seis filhos: Maria de Fátima Kaster, Maria da Graça Moreira, José Macedo Leôncio, Joana Leôncio Nunes, Silvana Maria Leôncio e Francisco Eduardo Leôncio, os quais se encontram espalhados pelo Brasil e exterior.
Celebração dos 90 anos de Maria Leôncio
Residindo em Teixeira de Freitas desde os anos 80 do século passado, Maria Leôncio é professora aposentada. Apesar dos seus 90 anos, recentemente celebrados, e dos problemas de saúde comuns à idade avançada, ela segue produzindo literatura.

“Aprendiz de alfaiate” – conto de sua autoria – obteve uma menção honrosa no Prêmio Castro Alves de Literatura 2018, versão interna, realizado pela ATL. A confreira também é autora dos livros “Garimpo de lembranças" e "Destino: Extremo Sul da Bahia". Textos seus estão publicados na antologia “ATL em Verso e Prosa!”, volumes I e II.

O presidente da ATL, Almir Zarfeg, e o diretor de Eventos, Carlos Mensitieri, prestigiaram a cerimônia de celebração dos 90 anos da matriarca e lhe desejaram vida longa e feliz.

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É Assim Que Acaba - Colleen Hoover



ISBN-13: 9788501301642
ISBN-10: 8501301647
Ano: 2018 / Páginas: 368
Idioma: português
Editora: Galera Record
Sinopse:
Um romance sobre a força necessária para fazer as escolhas corretas nas situações mais difíceis. Da autora das séries Slammed e Hopeless.
Lily nem sempre teve uma vida fácil, mas isso nunca a impediu de trabalhar arduamente para conquistar a vida tão sonhada. Ela percorreu um longo caminho desde a infância, em uma cidadezinha no Maine: se formou em marketing, mudou para Boston e abriu a própria loja. Então, quando se sente atraída por um lindo neurocirurgião chamado Ryle Kincaid, tudo parece perfeito demais para ser verdade. Ryle é confiante, teimoso, talvez até um pouco arrogante. Ele também é sensível, brilhante e se sente atraído por Lily. Porém, sua grande aversão a relacionamentos é perturbadora. Além de estar sobrecarregada com as questões sobre seu novo relacionamento, Lily não consegue tirar Atlas Corrigan da cabeça — seu primeiro amor e a ligação com o passado que ela deixou para trás. Ele era seu protetor, alguém com quem tinha grande afinidade. Quando Atlas reaparece de repente, tudo que Lily construiu com Ryle fica em risco. Com um livro ousado e extremamente pessoal, Colleen Hoover conta uma história arrasadora, mas também inovadora, que não tem medo de discutir temas como abuso e violência doméstica. Uma narrativa inesquecível sobre um amor que custa caro demais.

Resenha:

Lily é uma adolescente que presencia desde muito cedo a violência do pai contra sua mãe. Ela passa por um período de revolta pois não entende por que sua mãe continua casada com aquele homem.

Ela então conhece Atlas, um rapaz que também sofreu violência e que foi rejeitado por sua família. Os dois serão um consolo um para o outro durante o período mais difícil de suas vidas. Porém, no momento em que eles estão mais felizes, o pio acontece. O pai de Lily descobre o relacionamento deles, e atlas tem que ir embora, machucado de todas as formas possíveis, e Lily nunca mais o vê.

Os anos passam, e Lily perde o pai, o homem que ela deveria amar, mas não consegue. Confusa, triste, ela precisa respirar, e pensar em tudo que aconteceu. E é nesse momento que ela conhece Ryle, que também está triste, confuso. E os dois então se abrem, um para o outro. Contam seus sentimentos, suas angústias, suas “verdades cruas”. E ela, mesmo tentando evitar, se apaixona por ele. E o que era para ser uma relação casual, torna-se importante demais para ele também, e nenhum dos dois consegue resistir a esse amor.

Mas então, após o casamento, acontece o inesperado. Ryle, aquele homem bondoso, amoroso, carinhoso e gentil, começa a perder o controle, e a violência que Lily presenciou na infância se repete, mas agora com ela mesma. E é nesse momento, que inesperadamente, Atlas reaparece em sua vida e lhe dá forças para que ela consiga tomar a decisão correta, por ela e seu bebê. Para que ele possa ter uma mãe feliz. Para que seu filho possa ver o lado bom de Ryle e assim o ame, como ela não foi capaz de amar seu pai. E também, para que ela não cometa os mesmos erros de sua mãe e de tantas outras mulheres.

A autora divide com seus leitores um momento muito pessoal e difícil de sua vida, a violência doméstica. Porém, ela nos dá uma visão clara de todos os envolvidos, e torna-se muito difícil não se apaixonar pelo personagem de Ryle, e quem sabe torcer para que ele mude. Mas essa situação toda é muito difícil para Lily. Por tudo que ela viveu na infância, e quando há uma criança a caminho. 

Ela não pode arriscar que seu filho sofra tudo que ela mesma sofreu. Mais uma vez, a autora escreve uma história que consegue nos envolver, emocionar e comover de uma forma extrema.


Sobre a autora:
Colleen Hoover nasceu 11 de dezembro de 1979, em Sulphur Springs, Texas. Ela cresceu em Saltillo, Texas, e formou-se a partir de Saltillo High School, em 1998. Em 2000, ela se casou com Heath Hoover, com quem ela já tem três filhos e um porco chamado Sailor. Colleen se formou na Texas A&M University-Commerce com uma licenciatura em Serviço Social. Ela trabalhou com vários projetos de ação social e de ensino, até começar sua carreira como escritora.

Colleen Hoover é o autor de best-sellers número 1 do New York Times de quatorze romances e cinco novelas. Os romances de Hoover se enquadram nas categorias de romance contemporâneo de adultos e jovens adultos.

                                                                                                                         BY:
Cristina Daitx
Resenhista Literária & Letrada


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Azul Instantâneo - Pedro Vale


Autor Pedro Vale
76 páginas
ISBN 978-989-208277

Sobre o Autor e obra:

“Azul Instantâneo” é o primeiro livro de Pedro Vale. Com 38 anos de idade, há 15 que se mudou para a Madeira, mas sempre que possível regressa a Moreira de Cónegos, de onde é natural.

Pedro Vale é professor do 1º ciclo, tendo frequentado recentemente o curso de Ciências da Cultura, na Universidade da Madeira. A leitura sempre esteve presente na sua vida, mas “a escrita surgiu de uma forma espontânea, através do “Facebook”. Era nesta rede social que Pedro Vale escrevia diretamente, sem passar para o papel, os textos que produzia. Então, entre março de 2016 e setembro deste ano, decidiu recolher tudo aquilo que escreveu e depois, em três meses, esteve “a trabalhá-los até dar origem ao livro”. O autor garante que “não há um fio condutor, não há um tema”, contudo, “há um sentimento, uma espécie de mensagem que é também preciso ler e reler algumas vezes para entrar no universo do livro”. “Acaba por ser um apelo às sensações das pessoas”. Segundo Pedro Vale, o livro “é também um bocadinho autobiográfico”.



Resenha:
O livro Azul Instantâneo não é um livro de poemas que fala de amor, se é isso que você espera dele. Também não fala de belas paisagens. Não, ele vai além. Isto porque poesia não é, e nem deve ser somente isso. O autor nos tira de nossa zona de conforto, nos surpreende e nos toca.

Em suas páginas, o leitor encontrará textos também em prosa. E em muitas de suas páginas surpreenderá com a disposição de texto. O autor faz uso do caligrama; poemas criativos e engenhosos, carregados de beleza, por onde a imagem fica em primeiro lugar em relação ao texto.

A escrita do autor é carregada de significados que são sentidos, e não lidos. É um livro que envolve todos os nossos sentidos e suas sensações.


      “ Talvez um dia recordes
        num qualquer espelho torto
        quão simples fora a tua salva
       e te lembres daquela vez
       em que ceáramos apenas meia
       laranja e nada de pão naquela casa cega
      com o telhado a verter lágrimas
      de fel.” (pág 12)


Cristina Daitx
Resenhista Literária e Letrada

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Academia Teixeirense de Letras - Elias Botelho

Elias Botelho (dir.) recebendo Prêmio Castro Alves de Literatura
Elias Botelho é natural de Itapebi/BA, mas vive em Itamaraju/BA há muitos anos. Formado em Direito pela Faculdade de Ciências Aplicadas (FACISA), é servidor público estadual (TCM/BA), escritor e acadêmico.

Ele ocupa a Cadeira 33 da Academia Teixeirense de Letras (ATL) e é membro, também, da Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes (FEBACLA) e da Academia Capixaba de Letras e Artes de Poetas Trovadores (ACLAPT).

Em 2016, publicou o romance “Trilha Amarga” pela editora paulista PerSe, o que lhe valeu o Prêmio Nordeste de Literatura, concedido pela editora portuguesa Mágico de Oz. Em 2017, foi finalista no III Festival de Contos do Rio de Janeiro com o conto “Milagres acontecem”. Em 2018, ficou entre os ganhadores da 2ª edição do Prêmio Castro Alves de Literatura, versão interna, categoria Crônica.


Sobre “Trilha Amarga” Almir Zarfeg escreveu: “Fato é que, seja no sentido literal ou simbólico, percorrer a trilha se tornou uma experiência muito amarga para os personagens desta história muito bem arquitetada pelo autor”. Armando Azevedo, por sua vez, pontuou: “Temos aqui uma obra valorosa, sem dúvida alguma. Parece que a pós-modernidade propalada no Brasil serve apenas aos defensores do tal mundinho globalizado. Graças a Deus, temos mentes que retratam o real descompasso; a convivência de atraso e progresso, de miséria e tecnologia, presente, sobretudo, na questão agrária...”  

Elias Botelho possui o título de Barão pela Augustíssima Casa Real e Imperial dos Godos de Oriente, comandada pelo príncipe Dom Alexandre Carvalho e sediada no Rio de Janeiro.

Confraria: Elias Botelho, Almir Zarfeg e Carlos Mensitieri
Além de romancista, o confrade é também cronista, contista e ensaísta. Em 2017, participou da homenagem organizada pela Academia Carioca de Letras (ACL) ao saudoso escritor Lima Barreto com o ensaio literário “Uma breve apresentação da época, vida e obra do inigualável Lima Barreto”, que poderá ser lido na íntegra AQUI.

O artista avisa que, ainda em 2018, publicará obra inédita. Aguardem.

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