Academia Teixeirense de Letras - Athylla Borborema





“Athylla Borborema escreve como fala. E dele as palavras vêm num turbilhão para um encaixe perfeito. Usa um vocabulário farto em expressões populares –, uma linguagem compreensível tanto para o tira da delegacia quanto para o bandido ou para o empresário bem-sucedido.”

(João Brandão da Silva Neto)

É com esta acepção que apresento a cadeira 2 da ATL.  Atylla Borborema nasceu em Foz do Rio Cahy, balneário de Cumuruxatiba no litoral norte do município de Prado, mas logo cedo, ainda na infância, passou a ser morador de Itamaraju, município do Extremo Sul da Bahia.

Almejando de ser jornalista fez Athylla, ainda jovem, se mudar para capital baiana. O resultado a partir desta mudança chega ser difícil ser enumerado em um único post, por ser dono de currículo vasto. Vejam:
  •  Bacharel em jornalismo pela Universidade Federal da Bahia – UFBA (1992).     
  • Formado em Rádio e TV pela Extensão/Bahia pelas Faculdades Integradas de Teologia e Filosofia de São Paulo – FAITEFI/SP (1993).
  • Graduado em publicidade propaganda e pós-graduado em assessoria de imprensa administrativa pela Universidade de Brasília – UnB (1999).   
  • Mestre em Jornalismo Científico pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais - PUC (2013).
  • Doutorando em Jornalismo Científico pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC (2014/2017).
Sua carreira jornalística iniciou de fato em Itamaraju. Em agosto de 2006, ele consolidou um projeto que ansiava desde o ano 2000, que foi a criação do portal de notícias “Teixeira News”, mas se Leituras Plus for estudar todas as conquistas da pessoa do dia, até chegar de fato às conquistas literárias, precisaríamos de outros infinitos posts.

Sendo assim, iremos apresentar a partir daqui suas vitórias na escrita. O jornalista/autor começou a carreira nos anos 90 do século passado.

Suas obras são:


Amor à Paz, com tema a busca por excelência na vida pessoal e profissional, a obra é técnica.
Tiro e Dor em Silêncio, que narra as estatísticas de crime contra a vida na Costa do Descobrimento. Essa obra foi publicada 14 vezes.
O inimigo agora é outro, uma dissertação na área da comunicação, lançado 4 vezes.
Folia das Palavras, livro de poesia em que o autor brinca com as palavras, já na sua quarta edição.
A menina do céu cor-de-rosa, um clássico da literatura brasileira, com assunto polêmico e delicado, narrando a história de uma adolescente estuprada pelo pai, prostituída, aventureira e drogada (7ª Edição).
O Capoeirista das Palavras, literatura de cordel com muita emoção e rima.
Meus Gatos, Meus Anjos, aos apaixonados por animais de estimação, esta obra são de contos sobre a missão dos gatos na vida das pessoas.

Outras obras de sua autoria são: Comunicação na Bandeja; Infância Violentada; Do Assessor de Imprensa ao Assessorado; Arroto; Perfil Criminoso; Casamento Sem Sexo; A fome que me comia; Menino da Roça; O poeta que comprou o mar; A Prova do Crime; O Diálogo do Perito com o Cadáver; Carnaval dos Poetas.

Além das obras mencionadas, Atylla também é autor de mais de mil artigos dirigidos, e matérias investigativas, além de ter dirigido mais de cem teledocumentários institucionais em filmes de curta-metragem.



O escritor não é só membro da ATL, mas também membro de outras academias, como: ARTPOP - Academia de Letras e Artes de Cabo Frio; ALMAS - Academia de Letras, Música e Artes de Salvador; AMBA - Academia Mineira de Belas Artes; ALAF - Academia de Letras e Artes de Fortaleza; NLAL – Núcleo de Letras e Artes de Lisboa.

Athylla, com este amplo currículo, jornalístico e autoral, junto com o polivalente presidente Almir Zarfeg... enfim, percebemos que a ATL se encontra em boas mãos para fazer um ótimo trabalho literocultural em Teixeira de Freitas e região. 


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Próximo mês é a vez de apresentar a cadeira 3, Cris Ferreguett.
Fiquem ligados.
Aguardem!


Patrícia Brito


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Parceria - Carolina Gaio



Quando você anuncia "não poderei fechar parceria em 2017", por vários fatores, sendo o principal, os estudos. Porém, a gentileza em pessoa, e vasto profissionalismo, muda todo seu rumo e fica impossível recusar. 

Apresento:



Carolina Gaio é mestre em Sociologia (UFRJ) e em Análise do Discurso (UERJ). É editora, diretora teatral e professora de pole dance. Na Multifoco, além de editar temas gerais, nos mais diversos selos da editora, possui quatro selos. À margem, sobre temas marginais da sociedade, que engloba ficção e não ficção; e seus três selos não ficcionais: Encena e Multifoco Música, para literatura técnica, biográfica e acadêmica sobre teatro e cinema, e sobre música, respectivamente; e o Livres, selo em parceria com o Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP sobre direitos humanos.
Com 10 anos de carreira, Carolina também trabalha com Tradução (Inglês e Italiano) e revisora de texto.






Algumas Obras que Carolina editou:


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Parceria fechada, vamos conhecer essas e outras obras.
Aguardem!

Patrícia Brito





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Decidir - Os Caminhos da Vida - Patrícia Brito


Lançamento 2017




Autora: Patrícia Brito
Ed: I
Ano: 2017

SINOPSE: 

Ano de 2002 foi inesquecível para o tímido e romântico Mark Broomer. Ele conhece Lara Brandão, estudante de intercâmbio em Londres, que sonha em ser médica. Apesar do romance, ela precisa voltar ao Brasil para realizar o sonho de se tornar médica e cuidar da irmã caçula. Mark fica arrasado, mas segue com a vida investindo na carreira esportiva. 



Uma década depois, Mark se tornou piloto de Formula 1 consagrado, três campeonatos mundiais conquistados, cercado de belas mulheres. Quando ela retorna à Inglaterra para receber uma premiação médica, o reencontro evoca sentimentos imensuráveis guardados em seus corações. 

Com vidas muito diferentes, novas decisões e novas escolhas serão necessárias para conseguirem ficar juntos. E só o tempo dirá se o Amor vai vencer.






Autora: 

Patrícia Brito nasceu em 1981, em Teixeira de Freitas, Bahia, passou a infância em um sítio cheio de pés de cajá e manga, onde mora até hoje com pais e irmãos vizinhos. Desde cedo queria ser escritora, mas o desejo de se aventurar levou-a à graduação em Turismo e Ciências Contábeis. Em 2015 o sonho cresceu e ela iniciou a faculdade de Letras junto a vários cursos de escrita. Mantém blog Leituras Plus desde 2014, onde publica de entrevistas e resenhas. É leitora compulsiva de romances, apaixonada por F-1 e adora viajar na garupa da moto Harley do marido Rafael, pelas estradas do Brasil.


Instagran: https://www.instagram.com/leiturasplus/ ( @leiturasplus)
E-mail: leiturasplus@gmail.com
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Habeas asas, sertão de céu - Arthur Martins Cecim #lva 2


Ano: 2011 
Páginas: 272
Idioma: português 

Editora: Record

Os personagens principais não são humanos, embora se pareçam com eles. São pássaros, mas não os mais nobres entre eles. Ao contrario, são aqueles que aqueles que provocam certo mal-estar entre nós, por anunciarem a morte. O espaço em que acontece não é a terra exatamente, pois se passa do ponto de vista do céu, seu habitat natural. Porém, mais importante do que inovar nos personagens e no contexto este livro acontece e inova na linguagem, na trama entre as palavras, que é o lugar certo de um livro acontecer. Uma Linguagem inovadora que, visivelmente, se alimentou das dicções mais inovadoras, como a de Guimarães Rosa, Haroldo de Campos, Paulo Leminski, Mia Couto e da poesia de Manoel de Barros. Mas que consegue ser prosa poética de voz própria e voo pessoal.


RESENHA

Vencedor do Prêmio Sesc de Literatura 2010.

“ Viviam do mesmo jeito que falavam. Falavam do mesmo jeito que viviam. Como as ondas batiam igual à forma que elas tinham ruídos”. (p.18)

Arthur Martins Cecim nasceu em Belém do Pará, em 1971. Professor e tradutor do inglês estudou filosofia, e sua estreia como escritor foi com Habeas asas, sertão de céu!

Criatividade pode ser umas das melhores definições para esta obra. Não só por ser um livro fantasioso, onde a imaginação surreal é bem relatada, mas também as posições nas palavras, o cálamo bem rebuscado, e personagens nada convencionais.

Escrita poética, o escritor foge do romance convencional e mergulha na erudição literária.

“Aprendi desde cedo, por sinais da fala de minha mãe Aurora, que queria me ensinar a baixa sabedoria dos meio-altos, que as árvores, assim que eu crescesse, não eram árvores, mas que antes eram como palácios:...”. (p. 44)

O grande gancho dessa obra são as infinitas vozes, que autor apresenta; como, por exemplo, o mais mencionado e principal é: um urubu.  Sem deixar de referir os outros, que aparecem no decorrer da leitura, como: vento, peixe, mar, sol.

“Ver vento nascer é como ter olhos do mundo”. (p.93)

O enredo prende o leitor com a sagacidade de um parágrafo e página, mas às vezes a leitura pode ficar dispersa, já que a leitura é bem utópica. Este tipo de história ou narrativa pode causar estranhamento ao leitor não adaptado ao estilo; pode estranhar a narrativa e contexto; pode desistir ou não! E pode ocorrer o contrário, ficar tão curioso com o que está sendo apresentado, com as loucuras das vozes/personagens, que não se importará em ir até o final, debruçando na excentricidade da obra.

A literatura tem disso, ora é uma leitura comum, normal; ora é uma leitura poética, delicada; ora é uma leitura singular.

“ Minha alma vilarejo
     Ressente tudo que me deserta
            Sei das praças do céu
                 E dos séculos que habitam as casas
                          Minha casa me clama por amor
                                   Aquela velha cancela
                                          Que torceu sua idade por mim
                                                  Fez-me ver a vida vereda”
(p.95)

Diferente de tudo que já consumi na arte de ler, sugando todas as forças, que nem mesmo Saramago, com seu peculiar devaneio ou simbólica escrita; este, em particular, o segundo do Projeto #lva conseguiu proporcionar tanta estranheza e ao mesmo tempo vontade de saber, que desfecho o livro dispusera, ou mesmo, o que o autor quer dizer, com as vozes inquietantes encontrada nesta obra.

Leitura para raros,

Leitura para arquitetar,

Leitura para refletir,

Leitura para devorar, ou o contrário, ela que te devora,

Leitura para divertir-se,

Literatura.



O projeto é em parceria com Cilene, veja o parecer dela no site literário:  http://www.meuvicioliterario.com.br/  

Saiba mais do projeto, Clicando aqui
Primeira resenha do projeto, 


Resenha, clique aqui

O Próximo livro a ser estudado


Hideo Inabata é um japonês orgulhoso de sua nacionalidade, que chega ao Brasil na segunda década do século 20 com o objetivo de enriquecer e cumprir a missão sagrada de levar recursos ao Japão, conforme orientação do imperador.

O trabalho no campo, a adaptação ao Brasil, a morte da primeira esposa e os conflitos com os filhos Haruo e Sumie são um teste para a proverbial inflexibilidade do nihonjin (japonês). O narrador, neto do protagonista e filho de Sumie, empresta voz e visão contemporânea à transformação do avô e do seu sonho de voltar rico para casa. 





Patrícia Brito
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Academia Teixeirense de Letras – Almir Zarfeg

Almir Zarfeg

Finalmente, chegou a vez de apresentar cada escritor/membro ou Membro Efetivo, como são chamados os acadêmicos da ATL. Vamos começar pelo Almir Zarfeg, que ocupa a Cadeira 01, da qual Sady Teixeira Lisboa é o patrono.

Natural de Itanhém (BA), Almir Zarfeg completou 25 anos de trajetória poética em 2016. A data foi marcada pelo lançamento da 4ª edição de Água Preta, primeiro livro de poemas zarfeguiano lançado originalmente em 1991, pela Asbrapa, em Belo Horizonte (MG).

Livro Água Preta

Água Preta  
recebeu também homenagens, pelo país afora, na forma de moções de aplauso concedidas por instituições literárias e culturais – como UBESC, FEBACLA, ARTPOP e PERSE –, além da criação do site Água Preta News, da Academia Teixeirense de Letras e do verbete na enciclopédia livre.

Como autor e obra, criador e criatura se con-fundem, Zarfeg ganhou sua primeira biografia – De A a Z –, escrita pelo jornalista e escritor Edelvânio Pinheiro. Ele ainda publicou em 2016 Z, Vira & Verso – obra poética premiada no Concurso Internacional de Poesia da UBE-RJ 2015.

HOBBY

Eu queria trocar o
verso pela prosa

A prosa pelo passa
tempo

O tempo pelo espaço

Eu queria trocar o
último pelo derradeiro

O porquê pelo por
que não? 

Membro de inúmeras instituições literárias e culturais no Brasil e exterior – como Academia de Letras do Brasil (ALB), Sociedade Brasileira de Poetas Aldravianistas (SBPA) e Núcleo de Letras e Artes de Lisboa (NLAL) –, A. Zarfeg é autor de pelo menos duas dezenas de livros em verso e prosa. Citam-se, por exemplo, as obras poéticas Água Preta (1991), Respublica etcétera (2010), Sutil, pero no mucho (2011) e Côncavos e (com)versos (2014).

AZ é autor de livros de crônicas, contos, infantojuvenis e reportagens. Em 2011, publicou a novela Uma besta plena de palavras. Trata-se de uma fábula bem interessante cuja leitura vale muito a pena.

Zarfeg é itanheense, mas vive há mais de dez anos em Teixeira de Freitas (BA), onde se dedica ao jornalismo, à literatura e, atualmente, preside a Academia Teixeirense de Letras (ATL), que no último mês de março realizou a 1ª edição do Prêmio Castro Alves de Literatura, nas categorias Poema e Crônica, em homenagem ao 170º aniversário de nascimento do poeta maior Castro Alves.


“Tudo que sou devo à vida e à literatura, às quais sou grato agora e sempre. Minha gratidão também à blogueira Patrícia Brito”, concluiu Zarfeg. 

 Patrícia Brito
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And Oscars goes to... 2017 - Tom Matias




Olá amigos leitores, cinéfilos e curiosos... Minha resenha de hoje vai para aquele dia, o momento mais esperado para atores, diretores, cineastas e fans histéricos (AHHHHHHH): OSCAR 2017. Repleto de surpresas, enganos e muita polêmica, vou resumir rapidinho o que rolou por lá...


Batendo recorde de indicações, o filme La La Land saiu da premiação com 6 estatuetas (Melhor diretor, melhor atriz, melhor trilha sonora, melhor canção original, melhor direção de arte e melhor fotografia). Estrelado por Ryan Gosling, Emma Stone, John Legend e Rosemarie DeWitt, segue a história de um pianista de jazz e uma aspirante a atriz, que se conhecem e se apaixonam em Los Angeles. O título é uma referência à cidade na qual o filme é ambientado e ao termo lalaland, que significa estar fora da realidade.




A grande surpresa da noite certamente foi com Moonlight, o filme de temática LGBT protagonizado por atores negros levou três estatuetas, incluindo a de melhor filme (\o/), sendo que este fora anunciado para LaLaLand e corrigido logo depois (#Micao). Baseado na peça inédita In Moonlight Black Boys Look Blue de McCraney. A produção é estrelada por: Trevante Rhodes, André Holland, Janelle Monáe, Ashton Sanders, Jharrel Jerome, Naomie Harris e Mahershala Ali. O filme apresenta três etapas na vida de Chiron, o personagem principal, explorando as dificuldades que ele enfrenta no processo de reconhecimento de sua própria identidade e sexualidade, e o abuso físico e emocional que recebe ao longo destas transformações.




Manchester by the Sea levou às estatuetas de melhor ator e melhor roteiro.  A produção é estrelada por Casey Affleck, Michelle Williams, Kyle Chandler, Gretchen Mol e Lucas Hedges. A história se passa no Condado de Essex e é sobre um homem, que cuida de seu sobrinho adolescente, após a morte do pai do garoto.







Hacksaw Ridge também levou duas estatuetas, melhor mixagem e melhor edição. É um filme de drama biográfico estadunidense, de 2016, dirigido por Mel Gibson e escrito por Andrew Knight e Robert Schenkkan. Narra a trajetória real do soldado adventista Desmond Doss durante a Segunda Guerra Mundial, interpretado por Andrew Garfield.







Fences levou a estatueta de melhor atriz coadjuvante (#ViolaDavisDiva).





Zootopia levou a de melhor animação. O filme conta a história de Judy Hopps, uma coelha com o sonho de se tornar policial na cidade de Zootopia, e da raposa esperta Nick Wilde, que ganha a vida na base da trapaça. Juntos terão de superar suas diferenças, para desvendar um caso relevante em Zootopia.






Forushande foi o melhor filme estrangeiro, segundo a academia. 







O.J.: Made in America foi o melhor documentário em longa metragem. O documentário narra a história do ex-jogador de futebol americano O.J. Simpson e seu caso. Ele foi acusado de assassinar sua ex-mulher Nicole Brown Simpson e Ronald Goldman em junho de 1994.




The White Helmets levou de melhor documentário em curta metragem. Segue a história de um grupo de voluntários conhecido como: "os capacetes brancos", que protegem Sírios da Guerra Civil Síria.






Mindenki levou a estatueta de melhor curta metragem. Ambientado em 1991, segue a história de uma menina, que se muda para uma nova escola primária e logo se torna membro do coro premiado da instituição.
Piper levou o Oscar de melhor animação, em curta metragem. 






Arrival levou a de melhor edição de som. É um filme de ficção científica estadunidense de 2016, dirigido por Denis Villeneuve e escrito por Eric Heisserer, baseado no conto Story of Your Life (1999), de Ted Chiang.






Esquadrão Suicida levou o prêmio de melhor cabelo e maquiagem (sendo ferozmente criticado, pelo publico, por não concordar com o prêmio. PS: eu gostei, então, sou suspeito a falar). Uma agência secreta do governo liderada por Amanda Waller, recruta supervilões para executar perigosas missões e salvar o mundo de uma ameaça poderosa, em troca de penas menores e regalias.


Animais Fantásticos e onde Habitam levou o Oscar de melhor figurino. A história se passa na cidade de Nova Iorque em 1926, aproximadamente 70 anos antes da jornada de Harry Potter. O autor do livro de estudos obrigatório da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, que dá título ao filme, Newt Scamander desenvolveu um interesse em animais fabulosos desde pequeno, com o incentivo da Sra. Scamander (essa uma criadora entusiástica de hipogrifos de luxo), e ele, aos sete anos de idade, passava horas desmembrando toletes no seu quarto - e suas descobertas das criaturas extraordinárias.



The Jungle Book levou a estatueta de melhores efeitos visuais. Uma aventura épica inédita sobre Mogli (novato Neel Sethi), um menino criado por uma família de lobos, que não é mais bem vindo, quando o temido tigre Shere Khan, que carrega cicatrizes causadas por um humano, promete eliminá-lo, pois o considera uma ameaça.



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