Todos Contra Todos - O Ódio Nosso de Cada Dia - Leandro Karnal


ISBN-13: 9788544105320
ISBN-10: 8544105327
Ano: 2017 / Páginas: 256
Idioma: português
Editora: Leya
Sinopse:
Leandro Karnal derruba o mito do brasileiro pacífico. “Só eu e você, caro leitor, cara leitora, não odiamos nem somos violentos, muito menos preconceituosos”, diz Karnal. Uma brincadeira irônica para mostrar o quanto transferimos para o outro o que temos de ruim. Um livro polêmico, provocativo e instigante no qual ele afirma que o ódio é um dos espelhos mais poderosos para olharmos nosso próprio rosto. Que a maldade é tão próxima do ódio quanto da inveja.

Em tempos de coxinhas contra petralhas, xenófobos contra imigrantes, o novo feminismo e os movimentos LGBT, em tempos do politicamente correto contra os seus críticos mais mordazes, Leandro Karnal mostra que a história e a realidade revelam um lado sombrio do brasileiro que costumamos não reconhecer: somos violentos no trânsito, nas ruas, nos comentários das redes sociais e fofocas nas esquinas; somos violentos ao torcer por nosso time e ao votar; somos violentos cotidianamente.

Em “Todos Contra Todos”, Leandro Karnal combina as características que o transformaram no historiador mais pop do Brasil: erudição e leveza, profundidade e humor. Elas se unem nas páginas deste livro para serem saboreadas pelos leitores. Todos contra todos escancara a polêmica das palavras agressivas, a natureza das reações raivosas dirigidas ao outro e o porquê de escondermos de nós mesmos as pequenas e grandes maldades do dia a dia.
Sobre o autor:
Leandro Karnal é professor Doutor na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) , desde 1996. Graduado em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (RS) e Doutor em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Possui pós doutorados pela UNAM, México, e pelo CNRS de Paris. Sua formação cruza História Cultural, Antropologia e Filosofia. 

É autor de livros que tratam sobre a história dos países, como História dos Estados Unidos (Contexto, 2007) e sobre o ensino de História, como História na sala de aula – conceitos, práticas e propostas (Contexto, 2003) e Conversas com um jovem professor (Contexto, 2012). É membro do conselho editorial das principais publicações acadêmicas da área na UNICAMP (revistas Ideias, Cadernos Pagu e História Social) e da UNISINOS (revista História).

Foi também curador de diversas exposições, como A Escrita da Memória, em São Paulo. Colaborou na elaboração curatorial de museus, como o Museu da Língua Portuguesa em São Paulo. Além de ser reconhecido pelo seu esplendido domínio da oratória, também é poliglota.

Resenha:

De forma brilhante, Leandro Karnal, que dispensa apresentações, nos confronta com esse livro e suas ideias contrárias as que circulam aqui, no Brasil, e também fora dele.

Será mesmo, que o povo brasileiro é tão bonzinho como todos pensam? Será que é realmente tão hospitaleiro, moderno, e desprovido de preconceitos?

Pois os dados aqui apresentados vão nos responder que não. E mais, vão nos mostrar que o enorme narcisismo que nos acompanha desde sempre é o responsável por toda inveja, crueldade, preconceito e atos de corrupção que foram cometidos, e que continuam sendo até hoje. E que ele também é o responsável por nunca assumirmos o que realmente fazemos, pois é muito mais fácil ver o defeito do outro do que o próprio.

Questiona também a situação atual do nosso país. Será que a corrupção é um problema que começou lá em cima? Ou existe a muito mais tempo, chamado popularmente de jeitinho brasileiro? Poderia eu, cobrar o fim da corrupção após estacionar em uma vaga destinada a deficientes ou idosos? Ou ao querer sempre tirar vantagem em tudo? Pois foi isso, ou esse tipo de comportamento que sempre ensinamos as nossas crianças. 

É o que elas veem diariamente seus pais fazendo. Comportamentos equivocados, comentários preconceituosos, machistas. Isso tudo não mudará nosso futuro, pelo contrário, ele continuará sendo igual, ou ainda pior. Enfim, o livro é reflexivo, significativo e extremamente enriquecedor.

       Trechos do livro:

“Para quebrar a cadeia do ódio, a primeira tarefa é parar de ensiná-lo às crianças. Interromper esse fluxo de ódio exige interromper a educação do ódio". 

“A internet não criou idiotas, mas o ataque anônimo nas redes deu ao ódio do covarde uma energia muito grande. Deu-lhe a proteção da distância física e do anonimato". 

“ A violência contra a mulher é histórica e cultural e deve aumentar à medida que a consciência feminina trouxer essa questão cada vez mais à tona". 

“ Os números de mortes no trânsito no Brasil são de fazer inveja a muita guerra. E aparentemente isso não nos choca. Temos um dos trânsitos mais violentos do planeta". 


                                                                                                                   BY:
Cristina Daitx
Resenhista Literária e Letróloga 


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A Cadeira Vazia - Jeffery Deaver


Coleção Negra
Lincoln Rhyme #3
Sinopse:
O mais improvável e inteligente de todos os detetives da história da literatura policial ressurge neste thriller do americano Jeffery Deaver. Ao ficar tetraplégico em um grave acidente, o brilhante criminologista de O colecionador de ossos, Lincoln Rhyme vê a possibilidade de melhorar seu condicionamento físico em uma arriscada cirurgia experimental. Mas antes de tentar sua recuperação, ele se envolve em uma caçada humana pelos desolados pântanos da Carolina do Norte. Em um escritório improvisado na delegacia local e com a ajuda de sua assistente Amelia Sachs, o especialista comanda a busca a um sequestrador e assassino apelidado de Menino-Inseto. Suspense repleto de intrincados elementos e surpreendentes reviravoltas.

Sobre o autor:
Jeffery Deaver, um ex-jornalista, cantor e advogado, é um dos maiores autores de best-sellers internacionais. Seus romances apareceram nas listas de best-sellers de todo o mundo, incluindo o New York Times , o Times de Londres , o Corriere della Sera , o Sydney Morning Herald e o Los Angeles Times . Seus livros são vendidos em 150 países e foram traduzidos para mais de vinte e cinco idiomas. Ele vendeu 50 milhões de livros em todo o mundo.

Autor de mais de trinta e cinco romances, três coletâneas de contos e um livro de leis de não-ficção, além de letrista de um álbum country-western, ele recebeu ou foi selecionado para dezenas de prêmios em todo o mundo. Seu The Bodies Left Behind foi nomeado Novela do Ano pela International Thriller Writers Association, e seu thriller de Lincoln Rhyme, The Broken Window, e Edge , Edge , também foram indicados para o prêmio, assim como um conto. Ele foi premiado com o Steel Dagger e o Short Story Dagger da Associação Britânica de Escritores de Crimes e o Nero Wolfe Award, e ele é três vezes vencedor do Prêmio Ellery Queen Readers de Melhor Breve História do Ano e ganhador do prêmio. o British Thumping Good Read Award. Solitude Creek e The Cold Moon receberam o número um do ranking de Kono Misurteri Ga Sugoi no Japão. 

A Lua Fria também foi nomeada Livro do Ano pela Associação de Escritores Misteriosos do Japão. Além disso, a Associação Japonesa de Ficção de Aventura premiou o The Cold Moon e o Carte Blanche com o prêmio anual Grand Prix. Seu livro The Kill Room foi premiado com o thriller político do ano por Killer Nashville. E sua coleção de contos, Trouble in Mind , também foi indicada para melhor antologia por essa organização.

Resenha:

Para quem é fã de história de suspense e investigação criminal, o autor Jeffery Deaver é mestre no gênero. Quem não teve a oportunidade de ler seu livro “O colecionador de Ossos”, mas assistiu ao filme, estrelado por Denzel Washington e Angelina Jolie, sabe exatamente do que estou falando. Em “A Cadeira Vazia”. O criminalista especialista Lincoln Rhyme e sua parceira Amelia Sachs vão investigar uma série de sequestros de mulheres em uma pacata cidadezinha do interior da Carolina do Norte. 

O caso parece fácil pois o suspeito, o Menino Inseto, já é conhecido por todos na cidade. Eles terão somente que seguir as pistas para encontra-lo, juntamente com suas vítimas. Porém, nada é o que parece, e pela primeira vez, Amelia não confia no julgamento de Lincoln e se envolve em uma perigosa fuga para tentar salvar um possível inocente.

Aliado a todos esses acontecimentos, Lincoln tenta um tratamento experimental que pode melhorar sua condição de saúde para que possa ser um companheiro melhor para Amelia, que continua sendo muito mais que uma parceira de trabalho. 

Mas Amelia também não concorda com esse tratamento, pois pode colocar a vida dele em risco. E esta será mais um ponto divergente nessa intrigante e interessantíssima história.

                                                                                                                   By:
Cristina Daitx
Resenhista Literária
Letróloga

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JUNIOR FRANCO COMEMORA 06 ANOS DE CARREIRA EM SUA CIDADE DE ORIGEM


No próximo sábado, dia 30 de Junho, o guaratinguense Junior Franco irá comemorar 06 anos de carreira, como poeta, romancista. Um trabalho que ele vem fazendo em nível de Brasil, buscando um lugar ao sol.

Nascido na fazenda Lua Nova, em Guaratinga, foi boia-fria enquanto morava na roça com os pais até os 17 anos de idade.

Após uma rápida passagem pelo seminário dos Frades Capuchinhos em Eunápolis, Franco foi morar em Curitiba, onde trabalhou como vendedor de livros porta a porta, estudou teatro e depois concluiu a faculdade de Administração de Empresas.

Seu primeiro livro lançado foi o romance com fantasia – O lado Oeste da Colina (2012),
Em seguida publicou seu primeiro livro de poesia – Paraíso e Pecado (2014).

Ainda em 2014, Franco começou escrever sua primeira trilogia romântica – Destino Proibido – obra marcada pela morte de sua esposa, para quem ele a dedica em memória.

Em 2019 o autor fechará sua trilogia, contemplando seus leitores com uma versão bilíngue em Inglês e Espanhol.

Para comemorar tudo isso, Junior Franco irá receber amigos e convidados em um bate-papo literário, neste sábado, às 19h30 na Biblioteca Municipal Daniel Santos, no centro de Guaratinga.

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Elogio da Madrasta - Mario Vargas Llosa


ISBN-13: 9788560281732
ISBN-10: 8560281738
Ano: 2009 / Páginas: 160
Idioma: português
Editora: Alfaguara
Sinopse:
Vargas Llosa cria um contraponto perfeito entre o amor e a inocência, inspirado em situações da sua própria vida. O peruano revela no livro a volúpia da quarentona Dona Lucrecia, casada com Rigoberto e madrasta de Fonchito, com quem acabará se envolvendo. Reflexões sobre a felicidade, suas motivações obscuras e o paradoxal poder da inocência podem ser achados em cada uma das páginas, sustentando uma intensa narrativa poética.

Lucrécia e dom Rigoberto vivem em contínua felicidade. Ela, uma mulher que acaba de completar 40 anos, nada perdeu de sua elegância e sensualidade; ele, no segundo casamento, descobriu finalmente os prazeres da vida conjugal. Juntos, crêem que nada pode afetar esse idílio, cheio de fantasias e sexo.

Alfonso, ou Fonchito, filho de dom Rigoberto, parecia ser o único empecilho; amava demais sua mãe, Eloísa, para aceitar a chegada de uma madrasta. Mas até ele foi conquistado pelos encantos de dona Lucrécia. O amor do menino por sua madrasta, entretanto, vai muito além do que se esperaria de uma criança, criando uma linha tênue entre a paixão e a inocência que mudará o destino de cada um deles.

Publicado no final da década de 1980, Elogio da madrasta é uma incursão bem-humorada e sutil de Vargas Llosa na literatura erótica e, ao mesmo tempo, uma sátira bem-humorada dos mitos e temas que consagraram esse estilo literário ao longo dos séculos.
Sobre o autor:
Nascido em uma família de classe média, único filho de Ernesto Vargas Maldonado e Dora Llosa Ureta, seus pais separaram-se após cinco meses de casamento. Com isto o menino não conheceu o pai até os dez anos de idade. Sua primeira infância foi em Cochabamba, na Bolívia, mas no período do governo José Luis Bustamante y Rivero, seu avô obtém um importante cargo político no governo, em Piura, no norte do Peru, e sua mãe retorna ao Peru, para viver naquela cidade.

É um escritor, jornalista, ensaísta e político peruano, membro da Real Academia Espanhola da Língua e ganhador do Prêmio Nobel de Literatura em 2010. Considerado um dos autores que mais marcaram nas últimas décadas a literatura latino-americana, Vargas Llosa passou estudou Direito e Letras na Universidade de San Marcos, em Lima. Em 1959 mudou-se para Madri, onde ingressara no Doutorado em Filosofia e Letras.

Resenha:

Rigoberto fica viúvo e então conhece Lucrécia. Eles se casam mas ficam preocupados com a reação de seu filho, Alfonso. A madrasta quer muito ser aceita pelo enteado. Quando Alfonso começa a demonstrar afeto por sua madrasta, Rigoberto fica extremamente satisfeito. Era somente isso que faltava para completar sua felicidade. Ele agora sente-se um homem completo. Com Lucrécia ele conhece o verdadeiro amor e todas suas luxúria. 

Porém, o menino começa a demonstrar uma certa obsessão pela madrasta. Seus carinhos se excedem e tornam-se carícias íntimas, até que ela cede e começa a ter relações sexuais com o enteado. O fato de ele ser apenas um menino a envaidece e a torna mais feliz e mais fogosa, com ele e com seu pai. Mas então Rigoberto descobre a relação dos dois. Alfonso, em sua ingenuidade infantil, relata ao pai a relação tão feliz e carinhosa que tem com Lucrécia. Com a revolta do pai e o fim do casamento, descobrimos que Alfonso também tem seus segredos, e que não é tão ingênuo como aparenta.

O autor tem uma escrita empolgante, atrevida, e abusa das figuras de linguagem para enriquecimento do texto. Há quem dirá que ele peca no excesso de detalhes relacionados aos rituais de higiene do personagem Rigoberto, mas acredito que isso contribui para desvendarmos esse personagem que é obsessivo em agradar e satisfazer os prazeres dessa mulher.

O que nos surpreende no final, é Alfonso. Apesar de, não ser revelada a sua idade, tudo nos leva a crer que é um menino saindo da infância, mas que se mostra nada ingênuo e puro, como acredita seu pai e a própria madrasta. Isso causa, no leitor, uma mudança brusca de sentimentos, que começam com uma revolta contra a personagem da madrasta, e terminam com uma simpatia e compaixão pelo casal que teve seu amor impedido.

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By: Cristina Daitx
Resenhista Literária e Letróloga



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Deixei Você Ir - Clare Mackintosh


ISBN-13: 9788551001752
ISBN-10: 8551001752
Ano: 2017 / Páginas: 368
Idioma: português
Editora: Intrínseca
Sinopse:

Quando Jacob morre atropelado em uma rua de Bristol, Inglaterra, depois de ter soltado a mão da mãe em um dia chuvoso, o motorista do carro que o atinge acelera e foge. Desvendar sua morte vira um caso para o detetive Ray Stevens e seus colegas, Kate e Stumpy. Determinado a encontrar o assassino, Ray se vê consumido a ponto de colocar tanto a vida profissional quanto a pessoal em jogo. Jenna, assombrada pela morte do menino, abandona tudo e se muda para uma pequena cidade costeira do País de Gales. Ela passa os dias em seu chalé tentando esquecer as lembranças do terrível acidente e aos poucos começa a ter algo parecido com uma vida normal e vislumbrar a felicidade em seu futuro. Mas o passado vai alcançá-la, e as consequências serão devastadoras. De vários pontos de vista, a ex-detetive Mackintosh faz um retrato preciso de uma investigação policial. Com sua excelente habilidade de escrita, consegue criar personagens memoráveis e uma análise arrebatadora das excentricidades da vida em uma cidade pequena. Mas o verdadeiro talento da autora é a maneira como ela incorpora reviravoltas em uma trama já complexa. Mesclando suspense, investigação policial e thriller psicológico, Clare Mackintosh disseca a mente de seus personagens enquanto tece inesperadas conexões entre eles.


Sobre a autora:
Clare Mackintosh trabalhou doze anos na polícia, incluindo um período no Departamento de Investigação Criminal. Em 2011, abandonou a polícia para ser jornalista freelancer, escrevendo para publicações como o jornal The Guardian. Criadora do festival literário de Chipping Norton, atualmente ela se dedica em tempo integral à carreira de escritora e vive em Cotswolds, na Inglaterra, com o marido e seus três filhos. Deixei Você ir é seu livro de estreia.

Resenha:
Um atropelamento deixa uma vítima fatal, um menino de cinco anos. O motorista não para para prestar socorro, pelo contrário, foge do local do acidente e a polícia não tem suspeitos. Essa situação e a repercussão desse caso deixa os investigadores do caso, Ray e Kate, frustrados.

Um ano depois, o caso é reaberto e surge uma pista. O possível motorista é finalmente descoberto. Porém, o que parece ser somente um caso de atropelamento seguido de morte, acaba revelando-se um caso muito mais complexo.

Jenny, a dona do carro, está disposta a se entregar depois de um ano fugindo e deseja muito ser presa. Mas os detetives irão descobrir que sua fuga nunca esteve relacionada com a culpa que sente. Ela está fugindo sim, mas da vida que levava antes. Está fugindo do sofrimento, da dor e da violência constante. E quando esse passado retorna, a prisão é a única forma que encontra para ficar viva.

Assumir a autoria pela morte de uma criança de cinco anos, para a maioria das pessoas, poderia ser algo extremamente difícil. Mas para Jenny, esta pode ser a única forma de ser livre.


                                                                                                                   By:
Cristina Daitx
Resenhista Literária e Letrróloga


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ACADEMIA TEIXEIRENSE DE LETRAS – EDLA ALMEIDA

Edla recebe Comenda Benfeitor Cultural
Edla Almeida é titular da Cadeira 25 da Academia Teixeirense de Letras (ATL), da qual é patronesse a saudosa Mônica Dallapicola.

Ela é graduada em Letras e pós-graduada em História da Cultura Afro-Brasileira com estudos realizados na África. É também leitora assídua do Arquivo Nacional da Torre do Tombo de Lisboa, em Portugal.
Edla realizando ação social na África
Edla atua como voluntária social em Moçambique, na África, onde presta seus serviços evangélicos e sociais como missionária.

Sobre a confreira o presidente da ATL, Almir Zarfeg, escreveu: “Trata-se de uma dessas pessoas que nasceram para servir. É solidária, amiga, companheira e, sobretudo, uma mulher de fé. Ela foi sempre apaixonada pelo continente africano. Costuma dizer que o Brasil, seu país amado, tem uma grande dívida com a África. Como brasileira, sente-se na obrigação de voluntária e carinhosamente servir aquela nação”.

Por isso mesmo, Edla resolveu organizar o livro “A mandioca e as delícias brasileiras”, com valiosas informações sobre a raiz que, se bem aproveitada, será de grande fonte de renda para os moçambicanos. Poemas de sua autoria foram publicados na antologia “ATL em Verso e Prosa!”, volumes 1 e 2.
Edla é autora de um livro sobre culinária
Como professora, ela deixou marcas indeléveis na educação do município de Prado/BA, especialmente no distrito de Guarani, onde lecionou por mais de 30 anos. Em retribuição, foi homenageada com a Escola Municipal Edla Almeida.

A confreira brilhou também na política na sua terra natal, destacando-se como a primeira mulher a presidir por dois mandatos o Legislativo pradense. Presidiu, inclusive, os trabalhos da Lei Orgânica do município, legislando com o povo e para o povo.

Ela se define como alguém a quem o tempo muito ensinou – ensinou a amar a vida e não desistir da luta.

Em 2017, durante evento solene da ATL, Edla recebeu a Comenda Benfeitor Cultural da Humanidade, concedida pela Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes (FEBACLA).

No momento, a acadêmica reúne os poemas produzidos ao longo da vida num livro que será publicado em breve.

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A Marquesa - Nahra Mestre

Damas Perfeitas # 1
ISBN: B07C9ZFNF6
Ano: 2018 / Páginas: 170
Idioma: português
Editora: The Books
Sinopse:
Nos palcos da aristocracia inglesa do século XIX, Sarah Granville Anson descobre, ainda muito jovem, que foi prometida para o primo Thomas Hervey, futuro marquês de Bristol.
Enquanto ela se prepara para ser a esposa perfeita, Thomas torna-se cada vez mais contrário a qualquer tipo de sentimento.
Uma dama apaixonada, que faz de tudo para conquistar o amor do futuro marido, ainda que com artifícios inapropriados para a sociedade conservadora em que vive. Um cavalheiro marcado pelo passado, avesso ao amor, mas que se vê envolvido pelos encantos de Sarah a cada dia.
Quando Thomas se der conta de que ela é o amor de sua vida, pode ser tarde demais.
Um romance de época, que retrata uma mulher à frente de seu tempo e que levará o leitor (a) a uma deliciosa viagem pela Era Vitoriana.

Você irá se apaixonar.

Sobre a autora:
A mineira Nahra Mestre escreveu seu primeiro livro em 2015. Amante das artes, do design e da arquitetura, inquieta e curiosa, a aquariana descreve o cotidiano através da observação das pessoas, suas ações e emoções do dia a dia.

A fluidez do texto, a simplicidade com que constrói as tramas e a sensualidade que permeia suas histórias cativam e evolvem seus leitores.

Resenha:

Um acordo nupcial é formalizado no intuito de trazer benefícios a duas famílias. Sarah, com apenas 13 anos, é prometida ao seu primo Thomas. Sua apreensão com o casamento se desfaz quando ela o vê pela primeira vez e se apaixona. 

Ela usa os quatro anos que terá até a realização do casamento para tornar-se a esposa perfeita para ele. Mas este processo só acentua ainda mais sua personalidade. Ela torna-se uma mulher forte, a frente de seu tempo, inteligente e apaixonada por política.

Todas essas características são motivo de admiração entre os homens que conhece e que a cobiçam. Mas não para Thomas, que já decidiu que não quer se entregar ao amor, pois um segredo de família e a relação conturbada de seus pais o tornaram frio e sem sentimentos.

Mas o que Thomas não esperava era que Sarah o fizesse rever suas convicções sobre o amor e o casamento. E isso o faz entrar em um conflito pessoal, pois não consegue resistir aos encantos e a inteligência de sua linda esposa. E quando ele não tem mais dúvidas de seu amor, o segredo de suas famílias vem a tona, e isso põe em risco seu casamento. 

Thomas então, terá que mudar seu comportamento com todos a sua volta e provar a Sarah que é capaz de ser amável, gentil, carinhoso e justo. E principalmente, mostrar a ela que Sarah é seu verdadeiro amor.

A Marquesa é o primeiro livro da Série Damas Perfeitas. A autora Nahra Mestre, como já é típico dela, nos apresenta mais uma mulher forte, inteligente e extremamente apaixonante. O livro A Marquesa está disponível na Amazon, no formato digital, ou na The Books Editora, na versão física.

Cristina Daitx
Resenhista Literária e Letróloga


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ACADEMIA TEIXEIRENSE DE LETRAS – ARMANDO AZEVEDO

Armando recebendo premiação das mãos de Carlos Yeshua
Armando Azevedo é poeta popular natural de Itamaraju/BA e titular da Cadeira 15 da Academia Teixeirense de Letras (ATL), da qual é patrono o saudoso Almir Nobre de Almeida.

Sua ligação com a literatura de cordel remete às influências recebidas de sua mãe Dona Lezinha e, também, de grandes cantadores como Elomar, Xangai e Edgar Mão Branca. Na infância, Armando compôs os primeiros versos inspirados no dia a dia dos agricultores e na riqueza cultural dos tropeiros.

O gosto pelo cordel o levou ao GACBA, grupo de ação cultural baiano sediado na capital Salvador, em que conviveu com os poetas populares José Siquara, Bráulio de Abreu e tantos outros.

A dedicação à literatura de cordel levou Armando Azevedo, além da participação em recitais e eventos públicos, a publicar seus versos em antologias, como a “ATL em Verso e Prosa!”, e também o livro “Itamaraju e o Monte Pascoal”, de 2009, em que presta tributo à sua terra natal.
Armando homenageia Itamaraju, sua cidade natal, em cordel
Na ATL, ele representa os poetas populares de Itamaraju e da região, seja declamando seus versos ou participando dos certames literários promovidos pela instituição literocultural. Com o poema “Feira de Bom Jesus da Lapa”, por exemplo, ele ganhou o 1º lugar no Prêmio Castro Alves de Literatura 2018.

Mas Armando Azevedo consegue conciliar literatura e educação, destacando-se igualmente como educador, inclusive tendo fundado, juntamente com a professora Olga Sales, a Escola Fênix em Itamaraju.

Licenciado em Ciências Sociais e Matemática, com pós-graduação em Psicopedagogia, o confrade segue firme e forte fazendo diferença, como cidadão e artista, marcando posição antenado com os desafios do seu tempo.
O poeta popular e educador Armando Azevedo
Um doutorado honoris causa em literatura – concedido pelo Centro Samarthiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos, do Rio de Janeiro, no início de 2018 – homenageou o artista e educador pelo que ele tem feito em prol dos itamarajuenses e baianos.

Essa foi também foi mais uma conquista em reconhecimento à obra literária. E é com muito orgulho que eu compartilho esse com o povo itamarajuense e da nossa Bahia”, comemorou o confrade Armando Azevedo.

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ACADEMIA TEIXEIRENSE DE LETRAS - GISELE ELLEN

Os confrades Gisele Ellen e Almir Zarfeg
Gisele Ellen é advogada, escritora e condessa. Ocupa a Cadeira 23 da Academia Teixeirense de Letras (ATL), da qual é patrono Miguel Geraldo Farias Pires, o saudoso “Bidu”.

Ela é membro do Núcleo de Letras e Artes de Buenos Aires e, recentemente, foi empossada na Cadeira 27 da Academia Capixaba de Letras e Artes de Poetas Trovadores. Possui também um doutorado honoris causa em Direitos Humanos concedido pela Organização Mundial dos Defensores dos Direitos Humanos (OMDDH).

Gisele exibe diploma de membro do Núcleo de Letras e Artes de Buenos Aires
Autora do romance “O mundo de Emy e o mundo dos outros”, Gisele também marcou presença nos volumes I e II da antologia “ATL em verso e prosa!”. Ela promete livro novo para a 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece entre 03 e 12 de agosto deste ano.

Em Itabira/MG, em 2016, recebeu o troféu Carlos Drummond de Andrade. Em Vitória/ES, em 2017, foi homenageada com a comenda Amigos da Educação. Com o poema “Azul e Rosa”, recebeu uma menção honrosa no Prêmio Castro Alves de Literatura 2018.


Segue trecho do poema “Azul e Rosa”:

“Pensei que fosse fácil esquecer você.
Em outro rosto procurei meu ser. 
Mas meu coração não refletia a cor.
Por mais que mergulhasse,
Não encontrava o amor.

Azul para você em mim
Rosa para mim em você!

O azul e o rosa refletem nossa dor
Pois foram tatuados em nossa cor.
O amor está em nossa pele
Toda vez que a gente faz amor
Azul e rosa se misturam em oh!”

Para fechar o ano com chave de ouro, o escritório de advocacia do qual Gisele Ellen é sócia recebeu o Prêmio Mérito Empresarial 2017/2018, em pesquisa de opinião pública realizada pelo Instituto Fênix.

Seja como artista ou profissional liberal, a confreira Gisele Ellen segue conquistando seu espaço com competência, elegância e talento. Parabéns!

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